internet
Internet
Ir para: navegao, pesquisa
Nota: Se procura pelo conceito genrico de redes interligadas ("internet"), consulte interligao de redes.
A Internet um conglomerado de redes em escala mundial de milhes de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informaes e todo tipo de transferncia de dados. A Internet a principal das novas tecnologias de informao e comunicao (NTICs). Ao contrrio do que normalmente se pensa, Internet no sinnimo de World Wide Web. Esta parte daquela, sendo a World Wide Web, que utiliza hipermdia na formao bsica, um dos muitos servios oferecidos na Internet. De acordo com dados de maro de 2007, a Internet usada por 16,9% da populao mundial[1] (em torno de 1,1 bilho de pessoas).
ndice [esconder]
1 Tipos de conexo
2 Histria
3 Arquitectura
3.1 Possvel colapso
3.2 Protocolos
3.3 ICANN
4 Servios
4.1 Correio eletrnico
4.2 World Wide Web
4.3 Acesso remoto
4.4 Colaborao
4.5 Compartilhamento de arquivos
4.6 Transmisso de media
5 Uso
5.1 Educao
5.2 Lazer
5.3 Marketing
6 tica na Internet
6.1 Crime na Internet
7 Nomenclatura
8 Referncias
9 Leitura adicional
10 Ver tambm
[editar] Tipos de conexo
Acessos Internet
[Esconder]
Linha discada
RDIS/ISDN/Conexo dedicada
DSL
ADSL
ADSL Lite
ADSL2
ADSL2+
SDSL
IDSL
HDSL
RADSL
VDSL
VDSL2
G.SHDSL
VoDSL
PDSL
UDSL
Cabo
Fibra ptica
Rede eltrica
Wireless
Wi-Fi
WiMAX
TMAX
Satlite
rdio
Telefonia mvel (ou telemvel/celular)
GSM
CDMA
TDMA
2G
GPRS
2,5G
EDGE
1xRTT
3G
W-CDMA
EVDO
UMTS
HSDPA
Conceitos:
Modem
Largura de banda
Banda larga
Banda estreita
[editar esta lista]
Mtodos comuns de acesso domstico Internet incluem o acesso discado ou por banda larga por cabos (como ADSL, ISDN), acesso dedicado, sem fio, (Wi-Fi) por satlite ou por telefones celulares 3G. Locais pblicos para acesso grande rede incluem bibliotecas e cyber cafs, nos quais computadores conectados so disponibilizados para uso temporrio.
Existem tambm pontos de acesso em locais pblicos, como aeroportos e cafs, acessveis por meio de rede sem fio. Para isso, o utilizador deve possuir um dispositivo cliente de acesso, tal qual um PDA ou laptop. O acesso pode ser restrito por senhas, para a comercializao do tempo de uso.
[editar] Histria
Ver artigo principal: Histria da Internet
Para entender o conceito de Internet, a rede mundial de computadores, deve-se regressar s dcadas de 1960 e 1970 para compreender como ela se tornou um dos meios de comunicao mais populares. Tudo surgiu no perodo em que a guerra fria pairava no ar entre as duas maiores potncias da poca, os Estados Unidos e a ex-Unio Sovitica.
O governo norte-americano queria desenvolver um sistema para que seus computadores militares pudessem trocar informaes entre si, de uma base militar para outra e que mesmo em caso de ataque nuclear os dados fossem preservados. Seria uma tecnologia de resistncia. Foi assim que surgiu ento a ARPANET, o antecessor da Internet, um projeto iniciado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos que realizou ento a interconexo de computadores, atravs de um sistema conhecido como chaveamento de pacotes, que um esquema de transmisso de dados em rede de computadores no qual as informaes so divididas em pequenos pacotes, que por sua vez contm trecho dos dados, o endereo do destinatrio e informaes que permitiam a remontagem da mensagem original.
Este sistema garantia a integridade da informao caso uma das conexes da rede sofresse um ataque inimigo, pois o trfego nela poderia ser automaticamente encaminhado para outras conexes. O curioso que raramente a rede sofreu algum ataque inimigo. Em 1991, durante a Guerra do Golfo, certificou-se que esse sistema realmente funcionava, devido dificuldade dos Estados Unidos para derrubar a rede de comando do Iraque, que usava o mesmo sistema.
O sucesso do sistema criado pela ARPANET foi tanto que as redes agora tambm eram voltadas para a rea de pesquisas cientficas das universidades. Com isso, a ARPANET comeou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido ao grande e crescente nmero de localidades universitrias contidas nela. Dividiu-se ento este sistema em dois grupos[2], a MILNET, que possua as localidades militares e a nova ARPANET, que possua as localidades no militares. O desenvolvimento da rede, nesse ambiente mais livre, pde ento acontecer. No s os pesquisadores como tambm seus alunos e os alunos de seus amigos, tiveram acesso aos estudos j empreendidos e somaram esforos para aperfeio-los. Houve uma poca nos Estados Unidos em que sequer se cogitava a possibilidade de comprar computadores prontos, j que a diverso estava em mont-los.
A mesma lgica se deu com a Internet. Jovens da contracultura, ideologicamente engajados ou no em uma utopia de difuso da informao, contriburam decisivamente para a formao da Internet como hoje conhecida. A tal ponto que o socilogo espanhol e estudioso da rede, Manuel Castells, afirmou em seu livro "A Galxia da Internet" (2003) que "A Internet , acima de tudo, uma criao cultural". Um esquema tcnico denominado Protocolo de Internet (Internet Protocol) permitia que o trfego de informaes fosse caminhado de uma rede para outra.
Todas as redes conectadas pelo endereo IP na Internet comunicam-se para que todas possam trocar mensagens. Atravs da National Science Foundation, o governo norte-americano investiu na criao de backbones (que significa espinha dorsal, em portugus), que so poderosos computadores conectados por linhas que tem a capacidade de dar vazo a grandes fluxos de dados, como canais de fibra ptica, elos de satlite e elos de transmisso por rdio. Alm desses backbones, existem os criados por empresas particulares. A elas so conectadas redes menores, de forma mais ou menos anrquica. basicamente isto que consiste a Internet, que no tem um dono especfico.
O que hoje forma a Internet, comeou em 1969 como a ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency, ou Agncia de Pesquisa de Projetos Avanados, uma subdiviso do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Ela foi criada para a guerra, pois com essa rede promissora, os dados valiosos do governo daquele pas estariam espalhados em vrios lugares, ao invs de centralizados em apenas um servidor. Isso evitaria a perda desses dados no caso de, por exemplo, uma bomba explodisse no campus. Em seguida, ela foi usada inicialmente pelas universidades, onde os estudantes, poderiam trocar de forma gil para a poca, os resultados de seus estudos e pesquisas. Em Janeiro de 1983, a ARPANET mudou seu protocolo de NCP para TCP/IP. Em 1985 surge o FTP.
Contudo, a Internet como hoje conhecemos, com sua interatividade, como arcabouo de redes interligadas de computadores e seus contedos multimdia, s se tornou possvel pela contribuio do cientista Tim Berners-Lee e ao CERN, Conseil Europen pour la Recherche Nuclaire - Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, que criaram a World Wide Web, inicialmente interligando sistemas de pesquisa cientficas e mais tarde acadmicas, interligando universidades; a rede coletiva ganhou uma maior divulgao pblica a partir dos anos 1990. Em agosto de 1991, Berners-Lee publicou seu novo projeto para a World Wide Web, dois anos depois de comear a criar o HTML, o HTTP e as poucas primeiras pginas web no CERN, na Sua. Por este motivo, em 23 de agosto se comemora o Dia do Internauta. Em 1993 o navegador Mosaic 1.0 foi lanado, e no final de 1994 j havia interesse pblico na Internet. Em 1996 a palavra Internet j era de uso comum, principalmente nos pases desenvolvidos, referindo-se na maioria das vezes a WWW.
[editar] Arquitectura
Visualizao grfica de vrias rotas em uma poro da Internet mostrando a escalabilidade da redeVrios cientistas da computao consideram a Internet um "grande exemplo de um sistema de grande escala, bastante engenhado, ainda que muito complexo"[3]. A Internet extremamente heterognea; por exemplo, as taxas de transferncia de dados e as caractersticas fsicas das conexes variam bastante. Adicionando sua complexidade est a capacidade de mais de um computador utilizar a Internet atravs de um n de rede (um endereo IP pblico, ver explicao em proxy), criando a possibilidade de sub-redes hierrquicas, que poderiam ser estendidas infinitamente (exceto pelas limitaes tcnicas do protocolo IPv4).
[editar] Possvel colapso
Aps analisar o fluxo de informaes que trafegam pela Internet, a empresa Nemertes Research Group concluiu que a rede mundial poder sofrer um colapso em 2010 devido escala de dados trafegados, pois a atual estrutura no iria comportar o volume de dados nos prximos anos. O relatrio da Nemertes indica que as estruturas centrais da Internet evoluiro de acordo com a demanda dos usurios, mas a infraestrutura de acesso no evolui na mesma velocidade, o que afetar algumas regies do mundo a partir de 2010[4].
[editar] Protocolos
Para o funcionamento da Internet existem trs camadas de protocolos. Na camada mais baixa est o Protocolo de Internet (Internet Protocol), que define datagramas ou pacotes que carregam blocos de dados de um n da rede para outro. A maioria da Internet atual utiliza a IPv4, quarta verso do protocolo, apesar que o IPv6 j est padronizado, sendo usado em algumas redes especficas somente. Independentemente da arquitetura de computador utilizada por dois computadores comunicando entre si na Internet, desde que eles compreendam o protocolo de Internet, eles podem se comunicar. Isso permite que diferentes tipos de mquinas e sistemas possam conectar-se grande rede, seja um PDA conectando-se a um servidor WWW ou um computador pessoal executando Microsoft Windows conectando-se a um computador pessoal executando Linux.
Na camada mdia est o TCP, UDP e ICMP. Esses so protocolos no qual os dados so transmitidos. O TCP capaz de realizar uma conexo virtual, fornecendo certo grau de garantia na comunicao de dados.
Na camada mais alta esto os protocolos de aplicao, que definem mensagens especficas e formatos digitais comunicados por aplicaes. Alguns dos protocolos de aplicao mais usados incluem DNS (informaes sobre domnio), POP3 (recebimento de e-mail), IMAP (acesso de e-mail), SMTP (envio de e-mail), HTTP (dados da WWW) e FTP (transferncia de dados). Todos os servios da Internet fazem uso dos protocolos de aplicao, sendo o correio eletrnico e a World Wide Web os mais conhecidos. A partir desses protocolos possvel criar aplicaes como listas de discusso ou blogs.
Diferente de sistemas de comunicao mais antigos, os protocolos da Internet foram desenvolvidos para serem independentes do meio fsico de transmisso. Qualquer rede de comunicao, seja atravs de cabos ou sem fio, que seja capaz de transportar dados digitais de duas vias capaz de transportar trfego da Internet. Por isso, os pacotes Internet podem ser transmitidos por uma variedade de meios de conexo tais como cabo coaxial, fibra tica, redes sem fio ou por satlite. Juntas, todas essas redes de comunicao formam a Internet. Notar que, do ponto de vista da camada de aplicao, as tecnologias utilizadas nas camadas inferiores irrelevante, contanto que sua prpria camada funcione. Ao nvel de aplicao, a Internet uma grande "nuvem" de conexes e de ns terminais, terminais esses que, de alguma forma, se comunicam.
[editar] ICANN
Ver artigo principal: ICANN
A ICANN a entidade que coordena a distribuio de identificadores nicos na Internet, incluindo nomes de domnio, endereos IP, portas de protocolos e nmeros de parmetros. Um espao de nomes nico e global essencial para que a Internet funcione, para no haver conflito de nomes. A organizao est localizada em Marina del Rey (Califrnia, Estados Unidos), mas mantida por um grupo internacional de diretores de diferentes comunidades, tcnicas, comerciais e acadmicas.
[editar] Servios
cone de um cliente de correio eletrnico[editar] Correio eletrnico
Ver artigo principal: correio eletrnico
O conceito de enviar mensagens eletrnicas de maneira anloga ao correio tradicional foi uma das origens da Internet. Mesmo atualmente com a popularizao dos servios de mensagem instantnea, o dito e-mail ainda importante na comunicao corporativa. A tecnologia no depende da Internet, pois mesmo e-mails internos de uma empresa podem circular limitados a um servidor interno. A partir do momento que a mensagem enviada entre dois servidores fora de uma mesma rede interna, faz-se uso da Internet como meio de transmisso.
Tambm existem sistemas para a utilizao de correio eletrnico atravs da World Wide Web (ver esse uso abaixo), os webmails. So utilizadas pginas web para a apresentao e utilizao dos protocolos envolvidos no envio e recebimento de e-mail. Diferente de um aplicativo de acesso ao e-mail instalado num computador, que s pode ser acessado localmente pelo utilizador ou atravs de acesso remoto (ver esse uso abaixo), o contedo pode ser acessado facilmente em qualquer lugar atravs de um sistema de autenticao pela WWW.
Um navegador apresentando uma pgina web[editar] World Wide Web
Ver artigo principal: World Wide Web
Atravs de pginas web classificadas por motores de busca e organizadas em stios web, milhares de pessoas possuem acesso instantneo a uma vasta gama de informao online em hipermdia. Comparado s enciclopdias e bibliotecas tradicionais, a WWW permitiu uma extrema descentralizao da informao e dos dados. Isso inclui a criao ou popularizao de tecnologias como pginas pessoais, weblogs e redes sociais, no qual qualquer um com acesso a um navegador (um programa de computador para acessar a WWW) pode disponibilizar contedo.
Talvez o servio mais utilizado e popular na Internet, por vezes o termo frequentemente confundido com a outra. A Web vm se mostrando uma plataforma comum no qual outros servios da Internet esto sendo disponibilizados. Pode-se utiliz-la atualmente stios web especficos para tal).
Um ambiente de trabalho remoto em execuo[editar] Acesso remoto
Ver artigo principal: Ambiente de trabalho remoto
A Internet permite que utilizadores de computadores conectem outros computadores facilmente, mesmo estando em localidades distantes no mundo. Esse acesso remoto pode ser feito de forma segura, com autenticao e criptografia de dados, se necessrio. Uma VPN um exemplo de rede destinada a esse propsito.
Isso permite novas formas de trabalho fora do ambiente comum de escritrio. Seja em casa ou em uma viagem de negcios, uma pessoa pode acessar seu ambiente desktop do servio, tendo acesso aplicaes, e-mails e outros dados.
O Virtual Network Computing (VNC) um protocolo bastante usado por utilizadores domsticos para a realizao de acesso remoto de computadores. Com ele possvel utilizar todas as funcionalidades de um computador a partir de outro, atravs de uma rea de trabalho virtual. Toda a interface homem-computador realizada em um computador, como o uso do mouse e do teclado, refletida no outro computador.
Um mensageiro instantneo na tela de conversa[editar] Colaborao
Ver artigo principal: Software colaborativo
O baixo custo e grande facilidade tornaram o trabalho colaborativo e o compartilhamento de idias pela Internet mais fcil. Sistemas de controle de verso gerenciam a colaborao entre diversas pessoas, mantendo um histrico de trabalho e evitando que esforo de um acidentalmente anule o esforo do outro.
O chat, rede social e mensageiro instantneo so tecnologias que tambm utilizam a Internet como meio de troca de idias e colaborao. Mesmo o correio eletrnico tido atualmente como uma ferramenta de trabalho colaborativo. Ainda bastante usado em ambientes corporativo, vm perdendo espao entre utilizadores pessoais para servios como mensagem instantnea e redes sociais devido ao dinamismo e pluralidade de opes fornecidas por esses dois.
Outra aplicao de colaborao na Internet so os sistemas wiki, que utilizam a World Wide Web para realizar colaborao, fornecendo ferramentas como sistema de controle de verso e autenticao de utilizadores para a edio online de documentos.
Um compartilhador de arquivos[editar] Compartilhamento de arquivos
Ver artigo principal: Compartilhamento de arquivos
Um arquivo de computador pode ser compartilhado por diversas pessoas atravs da Internet. Ele pode ser carregado em um servidor Web ou disponibilizado em um servidor FTP, caracterizando um nico local de fonte para o contedo.
Ele tambm pode ser compartilhado em uma rede P2P. Nesse caso o acesso controlado por autenticao, e uma vez disponibilizado, o arquivo distribudo por vrias mquinas, constituindo vrias fontes para um mesmo arquivo. Mesmo que o autor original do arquivo j no o disponibilize, outras pessoas da rede que j obtiveram o arquivo podem disponibilizar. A partir do momento que a media publicada, perde-se o controle sobre ela. Os compartilhadores de arquivo atravs de redes descentralizadas como o P2P so constantemente alvo de crticas devido a sua utilizao como meio de pirataria digital, originalmente com o famoso caso Napster. Tais redes acabaram evoluindo com o tempo para uma maior descentralizao, o que significa uma maior obscuridade em relao ao contedo que est trafegando.
Transmisso de um vdeo[editar] Transmisso de media
Vrios canais de televiso na Internet oferecem transmisso de udio e vdeo em tempo real. Outras tecnologias como o podcast permite a disponibilizao de arquivos de udio, de forma anloga blogs. Com o popularizao de webcams, possvel para qualquer pessoa tornar-se um fornecedor de contedo de udio e vdeo pela Internet em tempo real.
A Voz sobre IP um protocolo de Internet para a comunicao por udio bastante conveniente e fcil de ser utilizado. Essa tecnologia est amadurecendo como um alternativa a telefones convencionais. Diversos mensageiros instantneos contam com essa tecnologia como alternativa s mensagens de texto na comunicao.
[editar] Uso
[editar] Educao
O uso das redes como uma nova forma de interao no processo educativo amplia a ao de comunicao entre aluno e professor e o intercmbio educacional e cultural, desta forma, o ato de educar (com o auxlio da Internet), proporciona a quebra de barreiras, de fronteiras e remove o isolamento da sala de aula, acelerando a autonomia da aprendizagem dos alunos em seus prprios ritmos, assim a educao pode assumir um carter coletivo e tornar-se acessvel a todos (embora ainda exista a barreira do preo e o analfabetismo tecnolgico).
Ao utilizar o computador no processo de ensino-aprendizagem, o mais importante a destacar a maneira como esses computadores sero utilizados, quanto originalidade, criatividade, inovao que sero empregadas em cada sala de aula.
Para o trabalho direto com essa gerao, que anseia muito ter um contato direto com as mquinas, necessrio tambm um novo tipo de profissional de ensino. Que esse profissional no seja apenas reprodutor de conhecimento j estabelecido, que esteja voltado ao uso dessas novas tecnologias. No basta que as escolas e o governo faam com a multimedia o que vem fazendo com os livros didticos, tornando-os a panacia da atividade do professor.
A utilizao da Internet leva-nos a acreditar numa nova dimenso qualitativa para o ensino, atravs da qual se coloca o ato educativo voltado para a viso cooperativa. Alm do que, o uso das redes traz para a prtica pedaggica um ambiente atrativo onde o aluno se torna capaz, atravs da auto-aprendizagem e de seus professores, de poder tirar proveito dessa tecnologia para sua vida.
A preocupao de tornar cada vez mais dinmico o processo de ensino e aprendizagem, com projetos interativos que usem a rede eletrnica mostra-nos que todos os processos so realizados por pessoas. Portanto elas so o centro de tudo, e no as mquinas. Consequentemente, no podemos perder isto de vista e tentarmos fazer mudanas no ensino sem passar pelos professores, e sem proporcionar uma preparao para este novo mundo que esta surgindo.
Aliar as novas tecnologias aos processos e atividades educativas algo que pode significar dinamismo, promoo de novos e constantes conhecimentos, e mais que tudo, o prazer do estudar, do aprender, criando e recriando, promovendo a verdadeira aprendizagem e renascimento constante do indivduo, ao proporcionar uma interatividade real e bem mais verdadeira, burlando as distncias territoriais e materiais. Significa impulsionar a criana, enfim, o sujeito a se desfazer da persona da passividade.
Necessrio se torna que educadores se apropriem das novas tecnologias, vendo nestas veculos de expresso de linguagens e espao aberto de aprendizagens, crescimento profissional, e mais que isso, porta de insero dos indivduos na chamada sociedade da informao. Para isso deve a instituio escolar extinguir o "faz-de-conta" atravs da pura e limitada aquisio de computadores, para abrir o verdadeiro espao para incluso atravs do efetivo uso das mquinas e do ilimitado ambiente web, no como mero usurio, mas como produtor de novos conhecimentos.
[editar] Lazer
A Internet vm se tornando uma fonte de lazer desde antes do surgimento da World Wide Web, com experimentos sociais de divertimento como MUD e MOO sendo conduzidos em servidores de universidades, assim como grupos da Usenet relacionado humor. Atualmente, vrios fruns de Internet possuem sesses destinadas jogos, vdeos com situaes engraadas e animaes em Adobe Flash.
As indstria de aposta (em forma de jogos eletrnicos) e pornografia tambm tiram proveito da popularidade da Internet. Outras grande rea refere-se aos jogos multi-jogadores, uma forma de lazer que cria comunidades de jogadores pelo mundo.
[editar] Marketing
A Internet tornou-se um grande mercado para empresas, que fazem uso da natureza eficiente da publicidade com baixo custo e do comrcio eletrnico. A rede mundial a forma mais rpida de difundir informao simultaneamente para uma grande quantidade de pessoas. Com os recursos eletrnicos oferecidos pelo meio, e as informaes que um anunciante pode obter do histrico do cliente, o marketing personalizado foi facilitado na Internet.
[editar] tica na Internet
O acesso a um grande nmero de informaes disponvel s pessoas, com ideias e culturas diferentes, pode influenciar o desenvolvimento moral e social das pessoas. A criao dessa rede beneficia em muito a globalizao, mas tambm cria a interferncia de informaes entre culturas distintas, mudando assim a forma de pensar das pessoas. Isso pode acarretar tanto uma melhora quanto um declnio dos conceitos da sociedade, tudo dependendo das informaes existentes na Internet.[5]
Essa praticidade em disseminar informaes na Internet contribui para que as pessoas tenham o acesso a elas, sobre diversos assuntos e diferentes pontos de vista. Mas nem todas as informaes encontradas na Internet podem ser verdicas. Existe uma grande fora no termo "liberdade de expresso" quando se fala de Internet, e isso possibilita a qualquer indivduo um pouco mal-intencionado publicar informaes ilusrias sobre algum assunto, prejudicando, assim, a consistncia dos dados disponveis na rede.[6]
Um outro facto relevante sobre a Internet o plgio, j que muito comum as pessoas copiarem o material disponvel. "O plagiador raramente melhora algo e, pior, no atualiza o material que copiou. O plagiador um ente daninho que no colabora para deixar a Internet mais rica; ao contrrio, gera cpias degradadas e desatualizadas de material que j existe, tornando mais difcil encontrar a informao completa e atual"[7] Ao fazer uma cpia de um material da Internet, deve-se ter em vista um possvel melhoramento do material, e, melhor, fazer citaes sobre o verdadeiro autor, tentando-se, assim, ao mximo, transformar a Internet num meio seguro de informaes.
Nesse consenso, o usurio da Internet deve ter um mnimo de tica, e tentar, sempre que possvel, colaborar para o desenvolvimento da mesma. O usurio pode colaborar, tanto publicando informaes teis ou melhorando informaes j existentes, quanto preservando a integridade desse conjunto. Ele deve ter em mente que algum dia precisar de informaes e ser lesado se essas informaes forem ilusrias.
[editar] Crime na Internet
Muitos crimes na internet esto associados pedofilia, envolvendo a prostituio e a divulgao de fotos pornogrficas de menores.
Tambm tem sido constantes os problema sobre difamao em sites de relacionamento bem como a apologia de atos ilcitos e tambm a divulgao dos mais diversos tipos de preconceitos.
Outra questo importante refere-se aos crimes bancrios e financeiros praticados na Internet. No Brasil, segundo o jornal O Globo[8], o quadro preocupante.
Em 2004, foram registrado 4.015 casos, sendo 5,3% registrados no Cert.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurana no Brasil) [9]. Em 2005, o nmero de casos passou para 27.292, um aumento de 500% em relao a 2004. Estima-se que houve prejuzo de cerca de R$ 300 milhes sofrido pelos usurios, um aumento de 50% em relao a 2004. Desta vez, os registros de fraudes no Cert.br corresponderam a 40,13% do total.
Os crimes mais usuais na rede incluem o envio de e-mails com pedidos de atualizao de dados bancrios e senhas. Da mesma forma, e-mails referentes a listas negras ou falsos prmios tambm so prticas comuns, bem como o envio de arquivos anexados. Especialistas indicam que melhor no abrir arquivos com extenses consideradas perigosas, como ".exe", ".scr" ou qualquer outra extenso desconhecida, por servirem de verdadeiras portas de entrada para vrus de computadores, os quais causam estragos ou roubam, via spywares, informaes sobre os usurios. No entanto, de senso comum que os chamados cookies so inofensivos, uma vez que o objetivo deles reunir dados estatsticos (como stios mais acessados), utilizados por stios, como, por exemplo, o Alexa.
Ademais, em 2004, os prejuzos com perdas causadas por fraudes virtuais foram de 80% em relaes s perdas por razes diversas[10].
[editar] Nomenclatura
A palavra Internet tradicionalmente escrita com a primeira letra em maisculo, como um nome prprio. Internet Society, Internet Engineering Task Force, ICANN, World Wide Web Consortium e vrias outras organizaes relacionadas usam essa conveno em suas publicaes. Da mesma forma vrios jornais, revistas e peridicos usam o mesmo termo, incluindo The New York Times, Associated Press e Time.
Outras organizaes alegam que a primeira letra deve estar em minsculo (internet), e que o artigo "a internet" suficiente para distinguir entre "uma internet", usada em outras instncias. Publicaes que usam essa forma esto ausentes no meio acadmico, mas presentes em medias como The Economist e The Guardian.
Internet e internet possuem significados diferentes. Enquanto internet significa um conjunto de redes de computadores interligadas, a Internet refere-se a internet global e pblica disponibilizada pelo Protocolo de Internet. Dessa forma, existem inmeras internets espalhadas por redes particulares, seja interligando empresas, universidades ou residncias. Entretanto, existe somente uma rede nica e global, o conjunto de todas as redes.
Referncias
? INTERNET USAGE STATISTICS - The Big Picture (em ingls). Internet World Stats (19 de maro de 2007). Pgina visitada em 27 de abril de 2007.
? Robert Hobbes (1 de novembro de 2006). Hobbes' Internet Timeline v8.2. Pgina visitada em 24 de abril de 2007.
? Walter Willinger; Ramesh Govindan, Sugih Jamin, Vern Paxson e Scott Shenker (2002). Scaling phenomena in the Internet (em ingls) pp. suppl. 1, 2573 2580. Proceedings of the National Academy of Sciences, 99. ...prime example of a large-scale, highly engineered, yet highly complex system
? Internet pode sofrer colapso em 2010. Baboo (21 de novembro de 2007). Pgina visitada em 22 de novembro de 2007.
? John P. Foley.. tica na Internet. Stio oficial do Vaticano. Pgina visitada em 28 de novembro de 2005.
? Dnis de Moraes. tica comunicacional na Internet. Pgina visitada em 28 de novembro de 2005.
? Augusto C. B. Areal. Plgio e direito autoral na Internet brasileira. Pgina visitada em 28 de novembro de 2005.
? Edio de 6 de janeiro de 2006
? Mais informaes em http://www.cert.br/
? IPDI apud Gazeta Mercantil, 11 de janeiro de 2006.
[editar] Leitura adicional
Internet para a educao
LVY, Pierre. A conexo planetria: o mercado, o ciberespao, a conscincia. 34.ed. So Paulo:
LITWIN, Edith. Educao a distncia: temas para o debate de uma nova linguagem. Porto Alegre: Artes Mdicas, 2001.
LUCENA, Marisa. Um modelo de escola aberta na internet: kidlink no Brasil. Rio de Janeiro: Brasport, 1997.
LEO, Lcia. O labirinto da hipermdia: arquitetura e navegao no ciberespao. 2.ed. So Paulo: Iluminuras, 2001.
PARENTE, Andr. Tramas da rede: novas dimenses filosficas, estticas e polticas da comunicao. Porto Alegre: Sulina, 2004.
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??
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Nota: Se procura pelo conceito genrico de redes interligadas ("internet"), consulte interligao de redes.
A Internet um conglomerado de redes em escala mundial de milhes de computadores interligados pelo Protocolo de Internet que permite o acesso a informaes e todo tipo de transferncia de dados. A Internet a principal das novas tecnologias de informao e comunicao (NTICs). Ao contrrio do que normalmente se pensa, Internet no sinnimo de World Wide Web. Esta parte daquela, sendo a World Wide Web, que utiliza hipermdia na formao bsica, um dos muitos servios oferecidos na Internet. De acordo com dados de maro de 2007, a Internet usada por 16,9% da populao mundial[1] (em torno de 1,1 bilho de pessoas).
ndice [esconder]
1 Tipos de conexo
2 Histria
3 Arquitectura
3.1 Possvel colapso
3.2 Protocolos
3.3 ICANN
4 Servios
4.1 Correio eletrnico
4.2 World Wide Web
4.3 Acesso remoto
4.4 Colaborao
4.5 Compartilhamento de arquivos
4.6 Transmisso de media
5 Uso
5.1 Educao
5.2 Lazer
5.3 Marketing
6 tica na Internet
6.1 Crime na Internet
7 Nomenclatura
8 Referncias
9 Leitura adicional
10 Ver tambm
[editar] Tipos de conexo
Acessos Internet
[Esconder]
Linha discada
RDIS/ISDN/Conexo dedicada
DSL
ADSL
ADSL Lite
ADSL2
ADSL2+
SDSL
IDSL
HDSL
RADSL
VDSL
VDSL2
G.SHDSL
VoDSL
PDSL
UDSL
Cabo
Fibra ptica
Rede eltrica
Wireless
Wi-Fi
WiMAX
TMAX
Satlite
rdio
Telefonia mvel (ou telemvel/celular)
GSM
CDMA
TDMA
2G
GPRS
2,5G
EDGE
1xRTT
3G
W-CDMA
EVDO
UMTS
HSDPA
Conceitos:
Modem
Largura de banda
Banda larga
Banda estreita
[editar esta lista]
Mtodos comuns de acesso domstico Internet incluem o acesso discado ou por banda larga por cabos (como ADSL, ISDN), acesso dedicado, sem fio, (Wi-Fi) por satlite ou por telefones celulares 3G. Locais pblicos para acesso grande rede incluem bibliotecas e cyber cafs, nos quais computadores conectados so disponibilizados para uso temporrio.
Existem tambm pontos de acesso em locais pblicos, como aeroportos e cafs, acessveis por meio de rede sem fio. Para isso, o utilizador deve possuir um dispositivo cliente de acesso, tal qual um PDA ou laptop. O acesso pode ser restrito por senhas, para a comercializao do tempo de uso.
[editar] Histria
Ver artigo principal: Histria da Internet
Para entender o conceito de Internet, a rede mundial de computadores, deve-se regressar s dcadas de 1960 e 1970 para compreender como ela se tornou um dos meios de comunicao mais populares. Tudo surgiu no perodo em que a guerra fria pairava no ar entre as duas maiores potncias da poca, os Estados Unidos e a ex-Unio Sovitica.
O governo norte-americano queria desenvolver um sistema para que seus computadores militares pudessem trocar informaes entre si, de uma base militar para outra e que mesmo em caso de ataque nuclear os dados fossem preservados. Seria uma tecnologia de resistncia. Foi assim que surgiu ento a ARPANET, o antecessor da Internet, um projeto iniciado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos que realizou ento a interconexo de computadores, atravs de um sistema conhecido como chaveamento de pacotes, que um esquema de transmisso de dados em rede de computadores no qual as informaes so divididas em pequenos pacotes, que por sua vez contm trecho dos dados, o endereo do destinatrio e informaes que permitiam a remontagem da mensagem original.
Este sistema garantia a integridade da informao caso uma das conexes da rede sofresse um ataque inimigo, pois o trfego nela poderia ser automaticamente encaminhado para outras conexes. O curioso que raramente a rede sofreu algum ataque inimigo. Em 1991, durante a Guerra do Golfo, certificou-se que esse sistema realmente funcionava, devido dificuldade dos Estados Unidos para derrubar a rede de comando do Iraque, que usava o mesmo sistema.
O sucesso do sistema criado pela ARPANET foi tanto que as redes agora tambm eram voltadas para a rea de pesquisas cientficas das universidades. Com isso, a ARPANET comeou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido ao grande e crescente nmero de localidades universitrias contidas nela. Dividiu-se ento este sistema em dois grupos[2], a MILNET, que possua as localidades militares e a nova ARPANET, que possua as localidades no militares. O desenvolvimento da rede, nesse ambiente mais livre, pde ento acontecer. No s os pesquisadores como tambm seus alunos e os alunos de seus amigos, tiveram acesso aos estudos j empreendidos e somaram esforos para aperfeio-los. Houve uma poca nos Estados Unidos em que sequer se cogitava a possibilidade de comprar computadores prontos, j que a diverso estava em mont-los.
A mesma lgica se deu com a Internet. Jovens da contracultura, ideologicamente engajados ou no em uma utopia de difuso da informao, contriburam decisivamente para a formao da Internet como hoje conhecida. A tal ponto que o socilogo espanhol e estudioso da rede, Manuel Castells, afirmou em seu livro "A Galxia da Internet" (2003) que "A Internet , acima de tudo, uma criao cultural". Um esquema tcnico denominado Protocolo de Internet (Internet Protocol) permitia que o trfego de informaes fosse caminhado de uma rede para outra.
Todas as redes conectadas pelo endereo IP na Internet comunicam-se para que todas possam trocar mensagens. Atravs da National Science Foundation, o governo norte-americano investiu na criao de backbones (que significa espinha dorsal, em portugus), que so poderosos computadores conectados por linhas que tem a capacidade de dar vazo a grandes fluxos de dados, como canais de fibra ptica, elos de satlite e elos de transmisso por rdio. Alm desses backbones, existem os criados por empresas particulares. A elas so conectadas redes menores, de forma mais ou menos anrquica. basicamente isto que consiste a Internet, que no tem um dono especfico.
O que hoje forma a Internet, comeou em 1969 como a ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency, ou Agncia de Pesquisa de Projetos Avanados, uma subdiviso do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Ela foi criada para a guerra, pois com essa rede promissora, os dados valiosos do governo daquele pas estariam espalhados em vrios lugares, ao invs de centralizados em apenas um servidor. Isso evitaria a perda desses dados no caso de, por exemplo, uma bomba explodisse no campus. Em seguida, ela foi usada inicialmente pelas universidades, onde os estudantes, poderiam trocar de forma gil para a poca, os resultados de seus estudos e pesquisas. Em Janeiro de 1983, a ARPANET mudou seu protocolo de NCP para TCP/IP. Em 1985 surge o FTP.
Contudo, a Internet como hoje conhecemos, com sua interatividade, como arcabouo de redes interligadas de computadores e seus contedos multimdia, s se tornou possvel pela contribuio do cientista Tim Berners-Lee e ao CERN, Conseil Europen pour la Recherche Nuclaire - Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, que criaram a World Wide Web, inicialmente interligando sistemas de pesquisa cientficas e mais tarde acadmicas, interligando universidades; a rede coletiva ganhou uma maior divulgao pblica a partir dos anos 1990. Em agosto de 1991, Berners-Lee publicou seu novo projeto para a World Wide Web, dois anos depois de comear a criar o HTML, o HTTP e as poucas primeiras pginas web no CERN, na Sua. Por este motivo, em 23 de agosto se comemora o Dia do Internauta. Em 1993 o navegador Mosaic 1.0 foi lanado, e no final de 1994 j havia interesse pblico na Internet. Em 1996 a palavra Internet j era de uso comum, principalmente nos pases desenvolvidos, referindo-se na maioria das vezes a WWW.
[editar] Arquitectura
Visualizao grfica de vrias rotas em uma poro da Internet mostrando a escalabilidade da redeVrios cientistas da computao consideram a Internet um "grande exemplo de um sistema de grande escala, bastante engenhado, ainda que muito complexo"[3]. A Internet extremamente heterognea; por exemplo, as taxas de transferncia de dados e as caractersticas fsicas das conexes variam bastante. Adicionando sua complexidade est a capacidade de mais de um computador utilizar a Internet atravs de um n de rede (um endereo IP pblico, ver explicao em proxy), criando a possibilidade de sub-redes hierrquicas, que poderiam ser estendidas infinitamente (exceto pelas limitaes tcnicas do protocolo IPv4).
[editar] Possvel colapso
Aps analisar o fluxo de informaes que trafegam pela Internet, a empresa Nemertes Research Group concluiu que a rede mundial poder sofrer um colapso em 2010 devido escala de dados trafegados, pois a atual estrutura no iria comportar o volume de dados nos prximos anos. O relatrio da Nemertes indica que as estruturas centrais da Internet evoluiro de acordo com a demanda dos usurios, mas a infraestrutura de acesso no evolui na mesma velocidade, o que afetar algumas regies do mundo a partir de 2010[4].
[editar] Protocolos
Para o funcionamento da Internet existem trs camadas de protocolos. Na camada mais baixa est o Protocolo de Internet (Internet Protocol), que define datagramas ou pacotes que carregam blocos de dados de um n da rede para outro. A maioria da Internet atual utiliza a IPv4, quarta verso do protocolo, apesar que o IPv6 j est padronizado, sendo usado em algumas redes especficas somente. Independentemente da arquitetura de computador utilizada por dois computadores comunicando entre si na Internet, desde que eles compreendam o protocolo de Internet, eles podem se comunicar. Isso permite que diferentes tipos de mquinas e sistemas possam conectar-se grande rede, seja um PDA conectando-se a um servidor WWW ou um computador pessoal executando Microsoft Windows conectando-se a um computador pessoal executando Linux.
Na camada mdia est o TCP, UDP e ICMP. Esses so protocolos no qual os dados so transmitidos. O TCP capaz de realizar uma conexo virtual, fornecendo certo grau de garantia na comunicao de dados.
Na camada mais alta esto os protocolos de aplicao, que definem mensagens especficas e formatos digitais comunicados por aplicaes. Alguns dos protocolos de aplicao mais usados incluem DNS (informaes sobre domnio), POP3 (recebimento de e-mail), IMAP (acesso de e-mail), SMTP (envio de e-mail), HTTP (dados da WWW) e FTP (transferncia de dados). Todos os servios da Internet fazem uso dos protocolos de aplicao, sendo o correio eletrnico e a World Wide Web os mais conhecidos. A partir desses protocolos possvel criar aplicaes como listas de discusso ou blogs.
Diferente de sistemas de comunicao mais antigos, os protocolos da Internet foram desenvolvidos para serem independentes do meio fsico de transmisso. Qualquer rede de comunicao, seja atravs de cabos ou sem fio, que seja capaz de transportar dados digitais de duas vias capaz de transportar trfego da Internet. Por isso, os pacotes Internet podem ser transmitidos por uma variedade de meios de conexo tais como cabo coaxial, fibra tica, redes sem fio ou por satlite. Juntas, todas essas redes de comunicao formam a Internet. Notar que, do ponto de vista da camada de aplicao, as tecnologias utilizadas nas camadas inferiores irrelevante, contanto que sua prpria camada funcione. Ao nvel de aplicao, a Internet uma grande "nuvem" de conexes e de ns terminais, terminais esses que, de alguma forma, se comunicam.
[editar] ICANN
Ver artigo principal: ICANN
A ICANN a entidade que coordena a distribuio de identificadores nicos na Internet, incluindo nomes de domnio, endereos IP, portas de protocolos e nmeros de parmetros. Um espao de nomes nico e global essencial para que a Internet funcione, para no haver conflito de nomes. A organizao est localizada em Marina del Rey (Califrnia, Estados Unidos), mas mantida por um grupo internacional de diretores de diferentes comunidades, tcnicas, comerciais e acadmicas.
[editar] Servios
cone de um cliente de correio eletrnico[editar] Correio eletrnico
Ver artigo principal: correio eletrnico
O conceito de enviar mensagens eletrnicas de maneira anloga ao correio tradicional foi uma das origens da Internet. Mesmo atualmente com a popularizao dos servios de mensagem instantnea, o dito e-mail ainda importante na comunicao corporativa. A tecnologia no depende da Internet, pois mesmo e-mails internos de uma empresa podem circular limitados a um servidor interno. A partir do momento que a mensagem enviada entre dois servidores fora de uma mesma rede interna, faz-se uso da Internet como meio de transmisso.
Tambm existem sistemas para a utilizao de correio eletrnico atravs da World Wide Web (ver esse uso abaixo), os webmails. So utilizadas pginas web para a apresentao e utilizao dos protocolos envolvidos no envio e recebimento de e-mail. Diferente de um aplicativo de acesso ao e-mail instalado num computador, que s pode ser acessado localmente pelo utilizador ou atravs de acesso remoto (ver esse uso abaixo), o contedo pode ser acessado facilmente em qualquer lugar atravs de um sistema de autenticao pela WWW.
Um navegador apresentando uma pgina web[editar] World Wide Web
Ver artigo principal: World Wide Web
Atravs de pginas web classificadas por motores de busca e organizadas em stios web, milhares de pessoas possuem acesso instantneo a uma vasta gama de informao online em hipermdia. Comparado s enciclopdias e bibliotecas tradicionais, a WWW permitiu uma extrema descentralizao da informao e dos dados. Isso inclui a criao ou popularizao de tecnologias como pginas pessoais, weblogs e redes sociais, no qual qualquer um com acesso a um navegador (um programa de computador para acessar a WWW) pode disponibilizar contedo.
Talvez o servio mais utilizado e popular na Internet, por vezes o termo frequentemente confundido com a outra. A Web vm se mostrando uma plataforma comum no qual outros servios da Internet esto sendo disponibilizados. Pode-se utiliz-la atualmente stios web especficos para tal).
Um ambiente de trabalho remoto em execuo[editar] Acesso remoto
Ver artigo principal: Ambiente de trabalho remoto
A Internet permite que utilizadores de computadores conectem outros computadores facilmente, mesmo estando em localidades distantes no mundo. Esse acesso remoto pode ser feito de forma segura, com autenticao e criptografia de dados, se necessrio. Uma VPN um exemplo de rede destinada a esse propsito.
Isso permite novas formas de trabalho fora do ambiente comum de escritrio. Seja em casa ou em uma viagem de negcios, uma pessoa pode acessar seu ambiente desktop do servio, tendo acesso aplicaes, e-mails e outros dados.
O Virtual Network Computing (VNC) um protocolo bastante usado por utilizadores domsticos para a realizao de acesso remoto de computadores. Com ele possvel utilizar todas as funcionalidades de um computador a partir de outro, atravs de uma rea de trabalho virtual. Toda a interface homem-computador realizada em um computador, como o uso do mouse e do teclado, refletida no outro computador.
Um mensageiro instantneo na tela de conversa[editar] Colaborao
Ver artigo principal: Software colaborativo
O baixo custo e grande facilidade tornaram o trabalho colaborativo e o compartilhamento de idias pela Internet mais fcil. Sistemas de controle de verso gerenciam a colaborao entre diversas pessoas, mantendo um histrico de trabalho e evitando que esforo de um acidentalmente anule o esforo do outro.
O chat, rede social e mensageiro instantneo so tecnologias que tambm utilizam a Internet como meio de troca de idias e colaborao. Mesmo o correio eletrnico tido atualmente como uma ferramenta de trabalho colaborativo. Ainda bastante usado em ambientes corporativo, vm perdendo espao entre utilizadores pessoais para servios como mensagem instantnea e redes sociais devido ao dinamismo e pluralidade de opes fornecidas por esses dois.
Outra aplicao de colaborao na Internet so os sistemas wiki, que utilizam a World Wide Web para realizar colaborao, fornecendo ferramentas como sistema de controle de verso e autenticao de utilizadores para a edio online de documentos.
Um compartilhador de arquivos[editar] Compartilhamento de arquivos
Ver artigo principal: Compartilhamento de arquivos
Um arquivo de computador pode ser compartilhado por diversas pessoas atravs da Internet. Ele pode ser carregado em um servidor Web ou disponibilizado em um servidor FTP, caracterizando um nico local de fonte para o contedo.
Ele tambm pode ser compartilhado em uma rede P2P. Nesse caso o acesso controlado por autenticao, e uma vez disponibilizado, o arquivo distribudo por vrias mquinas, constituindo vrias fontes para um mesmo arquivo. Mesmo que o autor original do arquivo j no o disponibilize, outras pessoas da rede que j obtiveram o arquivo podem disponibilizar. A partir do momento que a media publicada, perde-se o controle sobre ela. Os compartilhadores de arquivo atravs de redes descentralizadas como o P2P so constantemente alvo de crticas devido a sua utilizao como meio de pirataria digital, originalmente com o famoso caso Napster. Tais redes acabaram evoluindo com o tempo para uma maior descentralizao, o que significa uma maior obscuridade em relao ao contedo que est trafegando.
Transmisso de um vdeo[editar] Transmisso de media
Vrios canais de televiso na Internet oferecem transmisso de udio e vdeo em tempo real. Outras tecnologias como o podcast permite a disponibilizao de arquivos de udio, de forma anloga blogs. Com o popularizao de webcams, possvel para qualquer pessoa tornar-se um fornecedor de contedo de udio e vdeo pela Internet em tempo real.
A Voz sobre IP um protocolo de Internet para a comunicao por udio bastante conveniente e fcil de ser utilizado. Essa tecnologia est amadurecendo como um alternativa a telefones convencionais. Diversos mensageiros instantneos contam com essa tecnologia como alternativa s mensagens de texto na comunicao.
[editar] Uso
[editar] Educao
O uso das redes como uma nova forma de interao no processo educativo amplia a ao de comunicao entre aluno e professor e o intercmbio educacional e cultural, desta forma, o ato de educar (com o auxlio da Internet), proporciona a quebra de barreiras, de fronteiras e remove o isolamento da sala de aula, acelerando a autonomia da aprendizagem dos alunos em seus prprios ritmos, assim a educao pode assumir um carter coletivo e tornar-se acessvel a todos (embora ainda exista a barreira do preo e o analfabetismo tecnolgico).
Ao utilizar o computador no processo de ensino-aprendizagem, o mais importante a destacar a maneira como esses computadores sero utilizados, quanto originalidade, criatividade, inovao que sero empregadas em cada sala de aula.
Para o trabalho direto com essa gerao, que anseia muito ter um contato direto com as mquinas, necessrio tambm um novo tipo de profissional de ensino. Que esse profissional no seja apenas reprodutor de conhecimento j estabelecido, que esteja voltado ao uso dessas novas tecnologias. No basta que as escolas e o governo faam com a multimedia o que vem fazendo com os livros didticos, tornando-os a panacia da atividade do professor.
A utilizao da Internet leva-nos a acreditar numa nova dimenso qualitativa para o ensino, atravs da qual se coloca o ato educativo voltado para a viso cooperativa. Alm do que, o uso das redes traz para a prtica pedaggica um ambiente atrativo onde o aluno se torna capaz, atravs da auto-aprendizagem e de seus professores, de poder tirar proveito dessa tecnologia para sua vida.
A preocupao de tornar cada vez mais dinmico o processo de ensino e aprendizagem, com projetos interativos que usem a rede eletrnica mostra-nos que todos os processos so realizados por pessoas. Portanto elas so o centro de tudo, e no as mquinas. Consequentemente, no podemos perder isto de vista e tentarmos fazer mudanas no ensino sem passar pelos professores, e sem proporcionar uma preparao para este novo mundo que esta surgindo.
Aliar as novas tecnologias aos processos e atividades educativas algo que pode significar dinamismo, promoo de novos e constantes conhecimentos, e mais que tudo, o prazer do estudar, do aprender, criando e recriando, promovendo a verdadeira aprendizagem e renascimento constante do indivduo, ao proporcionar uma interatividade real e bem mais verdadeira, burlando as distncias territoriais e materiais. Significa impulsionar a criana, enfim, o sujeito a se desfazer da persona da passividade.
Necessrio se torna que educadores se apropriem das novas tecnologias, vendo nestas veculos de expresso de linguagens e espao aberto de aprendizagens, crescimento profissional, e mais que isso, porta de insero dos indivduos na chamada sociedade da informao. Para isso deve a instituio escolar extinguir o "faz-de-conta" atravs da pura e limitada aquisio de computadores, para abrir o verdadeiro espao para incluso atravs do efetivo uso das mquinas e do ilimitado ambiente web, no como mero usurio, mas como produtor de novos conhecimentos.
[editar] Lazer
A Internet vm se tornando uma fonte de lazer desde antes do surgimento da World Wide Web, com experimentos sociais de divertimento como MUD e MOO sendo conduzidos em servidores de universidades, assim como grupos da Usenet relacionado humor. Atualmente, vrios fruns de Internet possuem sesses destinadas jogos, vdeos com situaes engraadas e animaes em Adobe Flash.
As indstria de aposta (em forma de jogos eletrnicos) e pornografia tambm tiram proveito da popularidade da Internet. Outras grande rea refere-se aos jogos multi-jogadores, uma forma de lazer que cria comunidades de jogadores pelo mundo.
[editar] Marketing
A Internet tornou-se um grande mercado para empresas, que fazem uso da natureza eficiente da publicidade com baixo custo e do comrcio eletrnico. A rede mundial a forma mais rpida de difundir informao simultaneamente para uma grande quantidade de pessoas. Com os recursos eletrnicos oferecidos pelo meio, e as informaes que um anunciante pode obter do histrico do cliente, o marketing personalizado foi facilitado na Internet.
[editar] tica na Internet
O acesso a um grande nmero de informaes disponvel s pessoas, com ideias e culturas diferentes, pode influenciar o desenvolvimento moral e social das pessoas. A criao dessa rede beneficia em muito a globalizao, mas tambm cria a interferncia de informaes entre culturas distintas, mudando assim a forma de pensar das pessoas. Isso pode acarretar tanto uma melhora quanto um declnio dos conceitos da sociedade, tudo dependendo das informaes existentes na Internet.[5]
Essa praticidade em disseminar informaes na Internet contribui para que as pessoas tenham o acesso a elas, sobre diversos assuntos e diferentes pontos de vista. Mas nem todas as informaes encontradas na Internet podem ser verdicas. Existe uma grande fora no termo "liberdade de expresso" quando se fala de Internet, e isso possibilita a qualquer indivduo um pouco mal-intencionado publicar informaes ilusrias sobre algum assunto, prejudicando, assim, a consistncia dos dados disponveis na rede.[6]
Um outro facto relevante sobre a Internet o plgio, j que muito comum as pessoas copiarem o material disponvel. "O plagiador raramente melhora algo e, pior, no atualiza o material que copiou. O plagiador um ente daninho que no colabora para deixar a Internet mais rica; ao contrrio, gera cpias degradadas e desatualizadas de material que j existe, tornando mais difcil encontrar a informao completa e atual"[7] Ao fazer uma cpia de um material da Internet, deve-se ter em vista um possvel melhoramento do material, e, melhor, fazer citaes sobre o verdadeiro autor, tentando-se, assim, ao mximo, transformar a Internet num meio seguro de informaes.
Nesse consenso, o usurio da Internet deve ter um mnimo de tica, e tentar, sempre que possvel, colaborar para o desenvolvimento da mesma. O usurio pode colaborar, tanto publicando informaes teis ou melhorando informaes j existentes, quanto preservando a integridade desse conjunto. Ele deve ter em mente que algum dia precisar de informaes e ser lesado se essas informaes forem ilusrias.
[editar] Crime na Internet
Muitos crimes na internet esto associados pedofilia, envolvendo a prostituio e a divulgao de fotos pornogrficas de menores.
Tambm tem sido constantes os problema sobre difamao em sites de relacionamento bem como a apologia de atos ilcitos e tambm a divulgao dos mais diversos tipos de preconceitos.
Outra questo importante refere-se aos crimes bancrios e financeiros praticados na Internet. No Brasil, segundo o jornal O Globo[8], o quadro preocupante.
Em 2004, foram registrado 4.015 casos, sendo 5,3% registrados no Cert.br (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurana no Brasil) [9]. Em 2005, o nmero de casos passou para 27.292, um aumento de 500% em relao a 2004. Estima-se que houve prejuzo de cerca de R$ 300 milhes sofrido pelos usurios, um aumento de 50% em relao a 2004. Desta vez, os registros de fraudes no Cert.br corresponderam a 40,13% do total.
Os crimes mais usuais na rede incluem o envio de e-mails com pedidos de atualizao de dados bancrios e senhas. Da mesma forma, e-mails referentes a listas negras ou falsos prmios tambm so prticas comuns, bem como o envio de arquivos anexados. Especialistas indicam que melhor no abrir arquivos com extenses consideradas perigosas, como ".exe", ".scr" ou qualquer outra extenso desconhecida, por servirem de verdadeiras portas de entrada para vrus de computadores, os quais causam estragos ou roubam, via spywares, informaes sobre os usurios. No entanto, de senso comum que os chamados cookies so inofensivos, uma vez que o objetivo deles reunir dados estatsticos (como stios mais acessados), utilizados por stios, como, por exemplo, o Alexa.
Ademais, em 2004, os prejuzos com perdas causadas por fraudes virtuais foram de 80% em relaes s perdas por razes diversas[10].
[editar] Nomenclatura
A palavra Internet tradicionalmente escrita com a primeira letra em maisculo, como um nome prprio. Internet Society, Internet Engineering Task Force, ICANN, World Wide Web Consortium e vrias outras organizaes relacionadas usam essa conveno em suas publicaes. Da mesma forma vrios jornais, revistas e peridicos usam o mesmo termo, incluindo The New York Times, Associated Press e Time.
Outras organizaes alegam que a primeira letra deve estar em minsculo (internet), e que o artigo "a internet" suficiente para distinguir entre "uma internet", usada em outras instncias. Publicaes que usam essa forma esto ausentes no meio acadmico, mas presentes em medias como The Economist e The Guardian.
Internet e internet possuem significados diferentes. Enquanto internet significa um conjunto de redes de computadores interligadas, a Internet refere-se a internet global e pblica disponibilizada pelo Protocolo de Internet. Dessa forma, existem inmeras internets espalhadas por redes particulares, seja interligando empresas, universidades ou residncias. Entretanto, existe somente uma rede nica e global, o conjunto de todas as redes.
Referncias
? INTERNET USAGE STATISTICS - The Big Picture (em ingls). Internet World Stats (19 de maro de 2007). Pgina visitada em 27 de abril de 2007.
? Robert Hobbes (1 de novembro de 2006). Hobbes' Internet Timeline v8.2. Pgina visitada em 24 de abril de 2007.
? Walter Willinger; Ramesh Govindan, Sugih Jamin, Vern Paxson e Scott Shenker (2002). Scaling phenomena in the Internet (em ingls) pp. suppl. 1, 2573 2580. Proceedings of the National Academy of Sciences, 99. ...prime example of a large-scale, highly engineered, yet highly complex system
? Internet pode sofrer colapso em 2010. Baboo (21 de novembro de 2007). Pgina visitada em 22 de novembro de 2007.
? John P. Foley.. tica na Internet. Stio oficial do Vaticano. Pgina visitada em 28 de novembro de 2005.
? Dnis de Moraes. tica comunicacional na Internet. Pgina visitada em 28 de novembro de 2005.
? Augusto C. B. Areal. Plgio e direito autoral na Internet brasileira. Pgina visitada em 28 de novembro de 2005.
? Edio de 6 de janeiro de 2006
? Mais informaes em http://www.cert.br/
? IPDI apud Gazeta Mercantil, 11 de janeiro de 2006.
[editar] Leitura adicional
Internet para a educao
LVY, Pierre. A conexo planetria: o mercado, o ciberespao, a conscincia. 34.ed. So Paulo:
LITWIN, Edith. Educao a distncia: temas para o debate de uma nova linguagem. Porto Alegre: Artes Mdicas, 2001.
LUCENA, Marisa. Um modelo de escola aberta na internet: kidlink no Brasil. Rio de Janeiro: Brasport, 1997.
LEO, Lcia. O labirinto da hipermdia: arquitetura e navegao no ciberespao. 2.ed. So Paulo: Iluminuras, 2001.
PARENTE, Andr. Tramas da rede: novas dimenses filosficas, estticas e polticas da comunicao. Porto Alegre: Sulina, 2004.
[editar] Ver tambm
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